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Nada está perdido

dezembro 22nd, 2017 | by Redacao
Nada está perdido
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Vésperas de Natal e Ano Novo tem sido um pouco angustiante para alguns profissionais de comunicação. Nos últimos tempos, diversos “passaralhos” invadiram as redações jornalísticas, fazendo com que muitos “dançassem” conforme as decisões impostas pelas redações e acabassem deixando seus afazeres rotineiros.

Entretanto, há de ser ressaltado que, embora o número de demissões tenha aumentado e assustado o pessoal de jornalismo, sobretudo o esportivo, muitos tem seguido outras diretrizes, partindo mais precisamente para o campo digital, dos sites e das mídias digitais, a fim de propor novos formatos e conteúdos diferenciados dos canais mais populares que costumam atingir as grandes massas.

Esta expansão comunicacional tem dado muito certo e já são muitos profissionais, principalmente do setor esportivo, que tem se destacado com iniciativas que se tornaram até mesmo fontes de renda sustentáveis.

O que estou querendo dizer com esses exemplos é que nada está perdido. Se estamos passando por momentos difíceis e instáveis em nossa profissão, precisamos, acima de tudo, nos reinventar e remar contra a maré do pessimismo, encarando a situação de frente e, primordialmente, sem medo de tentar fazer o novo e o diferenciado.

Há muitos casos de produtos constituídos de forma caseira que chegam a dar lucros aos jornalistas. Já outros requerem um pouco mais de tempo para serem amadurecidos, a fim de que, futuramente, deem o retorno esperado. Ou seja, tudo nessa vida é questão de tempo, e mais do que isso, de dedicação, coragem e persistência. Sem esses ingredientes, nada pode ser feito e aguardado com expectativas positivas.

O positivismo que eu falo aqui é sobre o saber esperar e agir na medida certa, sem temer o pior. Quantos amigos e colegas de profissão que eu não vejo escrevendo artigos, notícias e textos diversos (não apenas de jornalismo esportivo) que, apesar de não lucrarem financeiramente por agora, estão ganhando reconhecimento e admiração de muitos que os seguem. E vou além: quantos não estão tentando empreender e ir para o campo digital para apresentar conteúdos inovadores e que fogem daquilo que a grande mídia costuma produzir.

Pois é, novamente digo que tudo isso é questão de espera, bem como de preparo e segurança daquilo que você pretende mostrar ao (ou a uma determinada fatia de) público. Todos nós temos ou vamos ter nossa vez de aparecer, mas ressalto que tudo o que fizermos, ainda mais em 2018, deve ser bem, mas muito bem pensado, pois nada se constrói do nada. Tudo tem seu objetivo a ser atingido.

Este texto que redigi a vocês, colegas de profissão jornalística (da área esportiva ou de outros segmentos) é uma espécie de conjunto de palavras amigas que concedo com a intenção de ajuda-los e, ao mesmo tempo, motivá-los a não desistir mesmo quando as situações estiverem desfavoráveis em nosso meio. E nesta fase que estamos vivenciando, manter-se informado e atualizado acerca dos principais acontecimentos, além de ativo com projetos ou demais trabalhos jornalísticos em sites, jornais, rádio etc. são os requisitos que o mercado de trabalho nos solicita, além de uma forma de nos sentirmos estimularmos e prontos para novas jornadas.

Sendo assim, destaco que, no atual panorama que estamos presenciando, prevalece a seguinte máxima: “quem não é visto, não é lembrado”. Portanto, mãos à obra (e nas canetas, gravadores, microfones e nos teclados do computador) para revertermos esse jogo ao nosso favor.

Por Leandro Massoni Ilhéu

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